quarta-feira, 19 de junho de 2024

Plano de Macron pra enrabar a França


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O “Plano Procu”, cuja existência lhe revelei há dois dias e que podia ser rebatizado como “Hemovirtus”, parece realmente parte de um esquema maior do ex-banqueirinho filósofo pra enrabar a França. Como se o cidadão comum que não passeia na Torre Eiffel nem come baguete o tempo todo já não estivesse levando ferro todo dia devido ao desmonte do Estado e ao descalabro das contas públicas.

Alguns cidadãos provindos de um continente mais ao Çu (Grobá) parecem ter preferido combater o faxixmo lá do que cá, onde o perigo de retrocessos sociais é mais importante. Essa literal esquerda caviar, execrada há anos por nossos publicistas, parece ter mais medo de perder seus benefícios mercadolísticos do que passar a imagem de sua terra natal como um futuro Evangelistão. Até a Foia publicou em entrevista pelos 80 ânus do Xiko que ele já se conforma em ter um “público menor”; pudera, não é por falta de Rouanet, já que ele nunca precisou diante de suas décadas de consagração e de sua origem abastada, mas porque até minha mãe, em nada suspeita de antipetismo, me disse que “Esse cara é chato pra caramba!”, rs:


Até o ex-presidente Francês Holanda, primo do Ivo Holanda e sobrinho do Sérgio Buarque de Holanda (“o pai do Xiko”), que sequer concorreu à eleição de 2017 tamanha era sua impopularidade, resolveu se candidatar a deputado federal por sua circunscrição natal da Corrèze (parece Coriza, rs). Após anos exercendo a função de pinguim de geladeira correspondente a sua atual aparência, o socialista, que já parecia se preparar pra um retorno em 2027, tomou a decisão após que considerar que “a situação está grave”. O ex-marido da Ségolène contou em entrevista como a dissolução do Parlamento na sequência do “Plano Procu” revela o tamanho dos problemas que a França deverá enfrentar:


Quando ouço falar sobre o processo de “desdemonização” (dédiabolisation) do RN e vejo Jordan Bardella sendo avançado como o “bonitão instagramável” (igual a um Fernando Collor em 1989) da extrema-direita, só consigo me lembrar de duas coisas. A primeira, do Seu Creysson no Casseta & Planeta em 2002 se candidatando a presidente e colocando “uma máscaria de Brédio Pítio pra num assustá os mercádio” (referência à reação do sistema a uma possível eleição de Lula). A segunda, desta cena da grande versão em filme da peça O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, rs:


Num dos livros de Oswaldo Chiquetto, jornalista, tradutor e intérprete, sobre “falsos amigos” e armadilhas vocabulares do inglês publicado em 1995, o ilustrador fez por bem brincar com o significado de addiction, que não significa “adição, soma”, mas “vício”. Em minha cabeça, ele sem querer fotografou em desenhos o essencial de Lula e Bolsonaro, por isso deixo a tradução pra você mesmo:

    


Pra terminar, vamos rir um pouco com essa “Barbie Boza” (22 no nome de usuário dela não deve ser a idade nem o DDD, rs) que achei por acaso no Équis quando um dos assuntos estava em alta. Os peixecólogos de plantão na mídia adoram nos dizer que “não devemos ter um modelo ideal” nem “exagerar as expectativas”, mas duvido que o pacote da moça, se ela mesma não for um robô ou um fake, exista em qualquer um dos planos da existência. Aliás, é namorado ou filho afinal pra “assumir”?...

Se o cara chupa o saco do Mytho, há altas probabilidades de ser um “Zé Droguinha”, “ateu” (simplesmente por não ligar pra templos ou cultos ou porque “meu Deus tá aqui” numa caneca de cerveja), “favorável ao aborto” (da periguete que ele embuchou) ou mesmo mandar uma pensando no Ixperrtínhu, rs. Além disso, como dizem os aforistas do IPTC, o antifeminismo de uma pepecuda reaça acaba quando começam as surras e as ameaças armadas do chifrudo. Essa realmente eu deslizo pra esquerda (pra começar, porque “NÃO” tem til), e não tô falando de ideologia. Até a próxima, abiguinhes!


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